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Alcoolismo

Apesar do abuso do álcool poder ser considerado um pré-requisito para o que é definido como alcoolismo, o seu mecanismo biológico ainda é incerto. Para a maioria das pessoas, o consumo de álcool gera pouco ou nenhum risco de se tornar uma doença, no entanto existe um conjunto de factores que contribuem para que mesmo sem abuso excessivo diário o alcoolismo esteja presente. Esses fatores podem incluir o ambiente social em que a pessoa vive, a saúde emocional e psíquica, e a predisposição genética entre outras causas da doença.

O alcoolismo é um dos problemas mundiais de uso de substâncias que mais associa mais custos. O tratamento do alcoolismo deverá começar pelo reconhecimento do problema pela própria pessoa e por quem o rodeia. Normalmente o alcoolismo está completamente associado à negação, o que faz com que as pessoas envolvidas acreditem que não haja necessidade de qualquer tipo de tratamento, já que para eles não existe doença, mas um qualquer tipo de problema que leva a pessoa a beber. O que leva a que normalmente a maioria das pessoas iniciem o tratamento é a pressão dos outros, principalmente daqueles que para ela são referência.

Dificilmente aceita voluntariamente que necessita de tratamento.

A melhor forma para abordar esta questão com o alcoólico é "confrontá-lo" num momento de sobriedade ou quando está a recuperar de uma situação de embriaguez, e não enquanto estiver a beber. Assim que o problema for reconhecido, a abstinência total é o primeiro passo no tratamento a fazer, seguido depois de um programa de apoio estruturado e que planificamos à medida da necessidade de intervenção, que oferece ajuda na desintoxicação (quando necessária), reabilitação e acompanhamento pós-tratamento.